TRAVEL REALITY

INDONÉSIA

YOGYAKARTA ENTRE VULCÕES E SULTÕES

(ID – 6 dias)

Destaques: Vulcões, Templos, Natureza, Palácios

Yogyakarta é a antiga capital da Indonésia e é ainda hoje a capital da ilha de Java. Aqui ainda reside um dos últimos sultões da terra, que apesar da indonésia ser uma república, ainda manda nestas terras. Aqui a cultura ainda é autêntica, a mestria ainda existe nas ruas e a mistura entre a natureza e o homem torna-se algo gigante e avassalador.

Há em Yogyakarta um espírito que atravessa os séculos, uma pulsação que mistura o brilho dourado dos palácios, a névoa que se ergue dos vulcões e os ecos de antigos mantras entoados ao amanhecer. Não é por acaso que escritores, exploradores e visionários se deixaram cativar por essa terra onde sultões ainda governam e a arte se confunde com a vida.

Em 1814, quando Stamford Raffles, o célebre governador britânico de Java, cruzou estas terras, ficou fascinado pela sofisticação de uma civilização que prosperava entre montanhas sagradas e campos de arroz infinitos. “Aqui”, escreveu ele, “a história não é apenas lembrada — ela vive.” Séculos antes, mercadores chineses e viajantes árabes já contavam histórias sobre um reino próspero, onde poetas recitavam versos à luz de lamparinas e sombras dançavam nas telas de couro dos teatros noturnos.

Ainda hoje, a cidade e os seus arredores vibram com essa mesma aura mística. De um lado, o palácio do sultão, onde o tempo parece seguir um ritmo próprio, guiado por rituais ancestrais e a pompa de um sultanato ainda vigente. De outro, as estradas que levam a paisagens onde deuses e vulcões se encontram, onde a névoa se abre para revelar terras que poderiam ter sido esculpidas por gigantes ou sonhadas por poetas. Onde templos descomunais impressionam pela sua monumentalidade, mas igualmente pela sua harmonia com o entorno natural. A exuberância da obra do Homem funde-se em equilíbrio com a Natureza.

A arte aqui não se limita a museus. Ela está nos mercados, nos tecidos tingidos à mão, nos cheiros que se espalham pelas ruas, nos contadores de histórias que dão vida às marionetes de couro sob a luz ténue e frágil das lamparinas a óleo. Em Surakarta, a antiga Solo, este teatro de sombras resiste ao tempo, lembrando os viajantes de que, como dizem os javaneses, “o passado é um mestre que nunca se silencia”.

Mas talvez o maior encanto deste lugar esteja na forma como o sagrado e o terreno se entrelaçam. A fé e a terra. O rei e o povo. O artesão e o peregrino. Tudo aqui parece parte de um equilíbrio que desafia o tempo, um segredo que apenas os que se perdem entre estas estradas podem começar a compreender.

Viajar por Yogyakarta e pela sua região, é muito mais do que seguir um itinerário. É ouvir histórias que vêm do vento, sentir o peso da história sob os pés e descobrir que, entre vulcões e sultões, há sempre algo novo a ser desvendado.

Yogyakarta não é uma cidade que se visita… é uma cidade que se sente!

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